Novo perde mais da metade dos filiados

Um dos partidos mais proeminentes nas eleições de 2018, o Novo, que foi fundado em 2011, amarga uma grave crise: perdeu mais da metade dos brasileiros que se filiaram à legenda.

Os números apontam que 35,5 mil desfiliações já ocorreram e esse percentual já supera o de atuais filiados, 33,8 mil.

São registros alarmantes para a sigla, que esperava abrir diretórios em diversas cidades do Brasil. A salvação para a legenda do presidenciável, João Amoêdo, seria as eleições de 2022. Mas, com forte oposição ao governo do presidente Jair Bolsonaro, o partido tem notado mais desistências do que entradas. Pois, os correligionários veem nas críticas ao Chefe do Planalto uma “ajudinha” indireta a Lula.

- Acredito que essas oscilações serão normais ao longo da história do Novo. Mas, especificamente, para esse momento, entendo que; assim que começarmos a apresentar nossos pré-candidatos, voltarmos ao clima de eleição, conseguirmos ver uma ‘luz no fim do túnel’, essas pessoas se motivarão novamente, a curva estabiliza e volta a crescer - acredita Eduardo Ribeiro, presidente da sigla.

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