Presidente da Gol diz que funcionário que não se vacinar será demitido por justa causa

O presidente da Gol, Paulo Kakinoff, afirmou, em live, nesta terça-feira (28), que a empresa aérea exigirá dos funcionários cartão de imunização contra a Covid-19 com esquema vacinal completo. Quem não tomar um dos fármacos disponíveis contra o novo coronavírus será demitido por justa causa.

Kakinoff comentou que apenas colaboradores com comprovada recomendação médica não precisarão se vacinar. Os outros estarão obrigados a cumprir a nova regra.

- É direito da companhia avaliar o quanto essa decisão (de não se vacinar) coloca em risco a segurança de outras pessoas. Iremos avaliar cada caso, mas nossa disposição é para que todos (os funcionários) sejam imunizados - adiantou.

Kakinoff esclareceu que, caso o trabalhador não apresente justificativa plausível para não se vacinar, a empresa tentará conscientizá-lo do contrário. Mas, se mesmo assim, ele insistir na questão, será demitido.

Até o momento, desde que a Gol iniciou campanha para vacinação de todos os colaboradores, em junho deste ano, 80% deles já receberam, pelo menos, a primeira dose do imunizante.

Questionado se a empresa cobraria o “passaporte sanitário” de todos os clientes que quisessem viajar com a companhia, Kakinoff disse que não concorda com a exigência porque, segundo ele, há um quantitativo pequeno da população que não pode se vacinar por motivos médicos, “mas seria um número absoluto considerável”.

- Adotar um regime assim prejudicaria essas pessoas - alegou.

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