Após embargo da China, Ministra da Agricultura orienta frigoríficos a suspenderem produção de carne para o país

O Governo da China interrompeu a importação de carne bovina brasileira, depois que o Brasil identificou dois casos atípicos do “Mal da Vaca Louca” em frigoríficos nacionais e informou ao país comprador.

Após o incidente, já se passaram seis semanas e a China ainda não se decidiu em voltar a comprar ou não a carne brasileira. Por isso, a Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, orientou os produtores a venderem o produto para o mercado interno e o excedente armazenar em contêiners refrigerados.

Ela até havia se colocado à disposição para tratar, pessoalmente, sobre o embargo às exportações brasileiras. Mas, como não houve resposta do governo chinês, a ministra sugeriu que os produtores suspendam as vendas, pelo menos, por enquanto.

Quando casos de “Vaca Louca” são confirmados nos países, os governos pedem que haja uma investigação por um laboratório internacional, como foi feito pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), no Canadá. Mas, embora a entidade tenha diagnosticado que não havia mais risco de contaminação pela doença no Brasil, as compras não foram retomadas.

A China alegou que ainda está analisando as informações.

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