Crimes macabros e misteriosos que nunca foram solucionados

Alguns crimes acabam ficando famosos por sua estranheza, outros por sua crueldade.

Hoje vamos falar de sete crimes que ficaram famosos não só por serem chocantes, mas por até os dias atuais serem um enorme mistério.

Os casos relatados aqui continuam gerando teorias até hoje, já que não foram resolvidos e, apesar de terem ocorrido há muitos anos, ainda chamam a atenção pela falta de respostas.

1. O sumiço de Ashley Freeman e Lauria Bible

Em dezembro de 1999, Ashley e Lauria desapareceram após uma festa do pijama para comemorar o aniversário de 16 anos de Ashley. Os pais da aniversariante foram encontrados mortos, baleados na cabeça, e depois queimados, dentro de casa, em Welch, Oklahoma. AS meninas nunca foram encontradas.

2. O desaparecimento das crianças Soldders

Em dezembro de 1945, por volta de 1 hora da manhã, a casa da família Sodder começou a pegar fogo. No local moravam o casal Sodder e seus 10 filhos. George, o pai, conseguiu resgatar cinco das crianças, mas conforme o fogo aumentava, ele não conseguiu buscar os outros, e parecia que a sorte não estava a seu favor, já que a escada estava com degraus faltando, o caminhão da família não ligava e a água no barril, coletada da chuva, estava congelada.

Mas o que causa estranheza é que, ao retornarem à casa no dia seguinte, não encontraram nenhum sinal das outras cinco crianças. Nenhum corpo foi encontrado no local.

Até hoje, ninguém sabe o que aconteceu com as crianças que não foram resgatadas do incêndio que ocorreu em Fayetteville, na Virgínia Ocidental.

3. As mortes por Tylenol em Chicago

Ao tentar combater os sintomas de um resfriado, Mary Kellerman, de 12 anos, tomou um comprimido de Tylenol, e morreu logo em seguida.

Acontece que alguém havia adulterado o medicamento, colocando uma forte dose de cianeto. Mais seis pessoas morreram após tomar o mesmo remédio. Mas os frascos do medicamento haviam sido feitos em diferentes locais.

Até hoje não se sabe quem foi o responsável pela adulteração.

A principal teoria das autoridades é que alguém tenha comprado os frascos de remédios, inserido o veneno e depois devolvido à loja de origem.

4. O estuprador do leste

Entre os anos de 1976 e 1986, nas regiões norte e sul da Califórnia, ocorreu uma onda de estupros e assassinatos que mobilizou as autoridades. Foram, pelo menos 50 estupros e 10 assassinatos que, a princípio, as autoridades acreditavam terem sido cometidos por mais de uma pessoa.

Apesar do autor nunca ter sido descoberto, em 2001 amostras de DNA provaram que foram cometidos pela mesma pessoa.

Apesar de todo o esforço, o único registro que a polícia conseguiu encontrar do criminoso foi uma mensagem de voz, com cerca de 30 segundos de duração, que ele deixou na secretária eletrônica de uma das vítimas. Na mensagem, o homem dizia "Vou matar você", enquanto respirava pesadamente, com uma música assustadora ao fundo.

5. O açougueiro maluco de Cleveland

Entre 1934 e 1938, uma série de 13 assassinatos apavorou os habitantes de Cleveland. O autor passou a ser chamado de ‘açougueiro maluco’, mas nunca foi identificado. O assassino decapitava suas vítimas ainda vivas e guardava as suas cabeças em uma coleção bizarra.

Um homem chegou a ser preso como suspeito de ser o autor dos crimes, mas cometeu suicídio enquanto aguardava julgamento.

Além de não ter sido solucionado, todos os registros oficiais do caso sumiram.

6. O assassino do zodíaco

Entre os anos de 1968 e 1969, na região de São Francisco, um homem assassinou, pelo menos, cinco pessoas. Ele nunca foi identificado, mas assinou seus crimes com uma marca própria.

Ele ainda enviou três cartas diferentes, para três jornais da região, assinando-as como "o assassino do zodíaco".

As cartas, que continham detalhes dos crimes para provar a autoria, incluíam palavras codificadas que, após decifradas, formavam uma frase chocante:

- Eu gosto de matar pessoas porque é muito divertido.

7. O massacre da fazenda Hinterkaifeck

Em março de 1922, na Baviera, Alemanha, todos os moradores de uma fazenda foram assassinados com golpes de enxada.

No local moravam o casal Gruber, com seus três filhos, e o caseiro da fazenda. Antes dos assassinatos, o Sr. Gruber havia relatado coisas estranhas ocorrendo na fazenda, como pegadas indo até a entrada da casa, mas sem marcas de retorno, assim como barulhos no sótão e o sumiço de algumas coisas da casa.

Segundo as investigações, o filho mais novo do casal provavelmente foi o último da família a ser morto, já que seu corpo foi encontrado com tufos de cabelo arrancados, o que as autoridades acreditam que tenha ocorrido em razão do pavor em ver todos serem mortos ou ao perceber o golpe que o mataria.

O responsável pelas mortes nunca foi encontrado, mas ele passou alguns dias morando na fazenda após os assassinatos.

Ele alimentou os animais e comeu todas as provisões que a família tinha na casa.

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