Na contramão do Governo, Mourão concorda com intervenção do STF no orçamento paralelo

O vice-presidente da República, o general do Exército Hamilton Mourão (PRTB), comentou, nesta quarta-feira (10), mais uma intervenção do Supremo Tribunal Federal (STF) no Executivo, mais precisamente no chamado “orçamento secreto” que são as emendas de relator-geral (RP 9), e disse que foi “oportuna” a interferência do Judiciário na questão.

- Acho que os princípios da administração pública, de legalidade, de impessoalidade, de moralidade, publicidade e eficiência não estavam sendo respeitados nessa forma de execução orçamentária. Então, acho que a intervenção do STF foi oportuna - alegou.

Agora, o plenário do Supremo vota a questão, sem discuti-la entre sim. Apenas respondem sim ou não. A ministra Rosa Weber, que concedeu liminar para suspender o pagamento das emendas, votou a favor da intervenção. Além dela, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e Alexandre de Moraes acompanharam a relatora.

Gilmar Mendes foi contra a suspensão do orçamento paralelo.

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