Justiça anula julgamento de Leandro Boldrini

Os desembargadores do Rio Grande do Sul anularam o julgamento do médico Leandro Boldrini. Ele é acusado pelo Ministério Público de ser o mandante da morte do filho, Bernardo Uglione Boldrini, em 2014, aos 11 anos de idade.

O menino foi morto com uma dose excessiva de medicamentos, teve ácido jogado no corpo e foi enterrado em uma cova rasa no município de Frederico Westphalen.

A madrasta do menino, Graciele Ugulini, a enfermeira Edelvânia Wirganovicz e o irmão dela, Evandro Wirganovicz, estavam envolvidos diretamente no assassinato do menino. Na denúncia, o MP afirmou que o médico não queria dividir a herança deixada pela mãe de Bernardo com a criança e desejava que o garoto morresse antes de completar 18 anos.

Leandro tinha pego 33 anos e oito meses pela morte do filho. Mas, a defesa alegou que a juíza permitiu ao promotor fazer perguntas ao réu; mesmo quando ele pediu para ficar em silêncio. Os advogados alegaram que isso prejudicou o processo penal.

Não há nova data para julgamento e as condenações dos outros acusados foram mantidas.

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