Doria admite que candidatura dele à presidência "pode não deslanchar"

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), parece estar sentindo o peso das muitas medidas polêmicas que tomou ao longo dos últimos quatro anos contra o povo paulistano. Nesta terça-feira (22), ele afirmou que, em caso da sua campanha "não deslanchar", ele vai apoiar um candidato que consiga vencer o atual presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL) e o petista Lula.

- Eu amo meu país. Em nome desse amor pelo Brasil, eu não vou colocar esse projeto pessoal à frente daquilo que sempre foi a índole que me fez ter orgulho de ser brasileiro. O povo do meu país é mais importante que eu mesmo - iniciou o discurso.

E completou:

- Se, lá adiante, eu tiver que oferecer o meu apoio para que o Brasil não tenha mais essa triste dicotomia, esse pesadelo de ter Lula ou Bolsonaro; eu estarei ao lado daquele ou de quantos forem capacitados de dispor de uma condição melhor para o Brasil - alegou Doria, que brigou até o último segundo para ser o escolhido nas prévias tucanas, que excluiu o colega de partido Eduardo Leite (RS).

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