Feministas ucranianas exigem revogação da lei que obriga serviço obrigatório de mulheres ao exército

Há um mês, o maior grupo feminista do mundo, o Femen, se manifestou através de um texto chamado “Mãos Fora das Mulheres”; onde exigem que o governo ucraniano revogue a ordem de recrutamento obrigatório para as mulheres em caso de guerra.

Mas, o que chama a atenção da ironia é que, no site oficial do grupo ucraniano, onde se encontra o manifesto, as “mulheres e meninas podem participar de conflitos militares de forma puramente voluntária”.

O Femen acredita que o governo “não tem o direito moral de obrigar mulheres a participar de guerras.” Disse também que o direito entre homens e mulheres ainda está muito desigual e que a igualdade deve se iniciar, mas não por meio de obrigações.

A nota divulgada pelo grupo contém imagens de uma ativista que posa seminua em frente ao escritório do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.

Alheio aos pedido, o Ministério de Defesa Ucraniano aprovou, recentemente, uma lista com 35 profissões em que trabalhadoras devem ser registradas nas forças armadas.

Na web, internautas se manifestaram contra o movimento e fizeram piadas com a hipocrisia do grupo.

- Só tem coragem pra depredar igreja e colocar teta pra fora – censurou um rapaz.

Enquanto outro falou:

- 23:59 - Queremos direitos iguais.
00:00 - Ministério da Defesa da Ucrânia: Vamos permitir que mulheres possam ir para a guerra.
00:01 - Feminista: NÃO. Mulher pode ser o que quiser menos do exército para ir para guerra –

Enquanto as mulheres se negam a ir para o conflito, o Governo da Ucrânia obrigou homens entre 18 e 60 anos a se alistar, obrigatoriamente. As cenas deles se despedindo das famílias têm viralizado na internet.

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