China proíbe cultos e reuniões religiosas online

A China, sob o comando de Xi Jinping, criou uma nova lei que proíbe a realização de cultos e reuniões religiosas online.

Para agravar ainda mais as medidas contra os cidadãos que se declaram cristãos, a China só vai conceder acesso à internet quem afirmar em um censo que é adepto de uma das 5 religiões que o Estado permita praticar: budismo chinês, taoísmo, islamismo, catolicismo e protestantismo. O cristinanismo, embora na teoria seja supostamente aceito, a prática é bem peculiar.

A denúncia foi feita pelo Portal de Notícias "Portas Abertas", uma insituição que mapeia a perseguição aos cristãos em todo o mundo.

Em caso de descumprimento da lei, a pessoa será punida com "sanções administrativas", já que o Governo de Xi Jinping não considera as religões confiáveis e afirma que prestar culto a Deus é uma atitude "altamente periculosa".

— O Partido Comunista Chinês há muito vê a religião como uma ameaça em potencial. Quando percebeu que não podia acabar com os cristãos no país, tentou contê-los. Eles temem que os cristãos sejam leais à outra instituição ou tenham outra devoção que não seja ao Partido — explicou Marco Cruz , secretário-geral do Portas Abertas Brasil.

O número de cristãos na fechada China só faz aumentar, apesar da resistência do Governo. O Portas Abertas estima que 96,7 milhões de pessoas residentes no país sejam adeptos do cristianismo, mas o total pode ser ainda maior porque muita gente prefere omitir a fé com medo de represálias.

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