Após ganharem milhões com o Black Lives Matter, ativistas saem do grupo em meio a acusações de fraudes e não prestam contas

Em março de 2021, um ativista do Black Lives Matter foi indiciado por roubar milhões em doações ao grupo, que jura defender o direito dos negros nos Estados Unidos. Dois meses depois, foi a vez de Patrice Cullors, co-fundadora do BLM, ser acusada de investir milhões de dólares para comprar 6 casas no país.

Agora, outra líder da organização, Monica Cannon-Grant e o marido dela, Clark Grant, foram denunciados, nesta terça-feira (15), pela Justiça Federal por fraudar as doações que o grupo recebeu. Estima-se que o casal tenha ficado com mais de US$ 1 milhão em donativos.

Apesar das várias acusações de fraude, Cannon-Grant responde em liberdade e continua fazendo parte do BLM. O marido dela, no entanto, está preso desde outubro do ano passado.

A Justiça americana tem puxado o fio e tentado identificar onde os milhões de dólares foram gastos por seus integrantes. Mas, já se sabe que muito dos valores foram usados em jantares e restaurantes caros, compras no Walmart, despesas de viagens, passagens aéreas e salários vertiginosos.

Samaria Rice, que era apoiadora do BLM e cujo filho de 12 anos foi morto pela polícia em atos da organização, desabafou:

- Eles estão se beneficiando do sangue de nossos entes queridos e nem mesmo falam conosco - lamentou.

Nenhum dos líderes do BLM devolveu, até o momento, os recursos recebidos. 

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