Telegram firma parceria com TSE para combater "desinformação"

O aplicativo de mensagens do russo Pavel Durov não aguentou a pressão da Justiça brasileira e anunciou, nesta sexta-feira (25), que está aderindo ao Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação no Âmbito da Justiça Eleitoral, proposto pelo antigo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luis Roberto Barroso, que foi indicado ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal pela ex-presidente Dilma Roussef (PT).

Dessa forma, fica praticamente proibido no Brasil comentar na internet assuntos relacionados à Justiça Eleitoral, segurança das urnas eletrônicas, o próprio processo eleitoral e demais pessoas envolvidas; sem que o TSE interfira no debate e diga o que é certo e o que é errado.

Se o Telegram não aceitasse o "acordo", ele seria bloqueado no Brasil por tempo indeterminado.

Google, Facebook, Instagram e WhatsApp também forma obrigados a se adequar ao novo sistema de delação dos usuários.

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