Leite pode substituir Doria e Moro deve entregar lugar a Bivar. A "Dança das Cadeiras" nas eleições de 2022

Embora o argumento dos adversários políticos do presidente Jair Bolsonaro (PL) seja o de que ele não ganha as eleições deste ano em nenhum cenário possível, os concorrentes à vaga do Planalto têm feito lá suas projeções para tentar emplacar um nome que vença o atual mandatário.

Tentaram vários. Logo de cara, já desisitiram Luciano Huck, Danilo Gentilli, Cabo Daciolo, José Luiz Datena, Luiz Henrique Mandetta, Rodrigo Pacheco, Alessandro Vieira... Enfim, a lista é grande.

Permanceram na batalha alguns nomes mais notáveis, além do atual presidente Bolsonaro, Lula (PT), Ciro Gomes (PDT), João Doria (PSDB) e, quando tudo parece já fechado, eis que Eduardo Leite (PSDB), governador do Rio Grande do Sul, que perdeu as prévias do partido para o colega de São Paulo, renuncia ao cargo e diz que vai se candidatar ao pleito deste ano.

Tudo totalmente imprevisível! Mas, alguns analistas políticos acreditam que Doria, queimado como está em São Paulo, não conseguiria juntar muitos eleitores a seu favor pelo Brasil. Por isso, congregando todos esses votos de jovens e tendo se assumido gay recentemente, o mais provável seria que Leite puxasse mais holofotes para o seu lado.

Mas, a tal terceira via ainda tem que passar pelo olhar crítico de Lula, que afirma ser o movimento fraco e o petista já disse diversas vezes que esta eleição está entre ele e Bolsonaro.

Eu, particularmente, acredito no que vejo e não em pesquisas. Sou mais do tipo "Ciro Nogueira", quando diz que Lula, o principal opositor de Bolsonaro, não consegue nem sair às ruas. Está preso dentro do próprio partido sem conseguir andar pelo Brasil e não ser vaiado.

Ah, e quanto ao Moro, a parcela dele nessa disputa é tão insignificante que eu já ia me esquecendo de falar sobre ele!! O Podemos deu até julho para que as intenções de voto para o ex-magistrado cresçam em, pelo menos, 18%. Enquanto isso, o partido, claro, procura outros nomes que possa substituí-lo em cima da hora. Nomes fortes, "de peso" para se manter firme contra Bolsonaro. Vai ser difícil, hein....

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