“A coisa mais bizarra que ouvi hoje no TSE foi que o voto é secreto até mesmo pro eleitor”, afirma Bia Kicis

A deputada federal e presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Bia Kicis (PSL), usou as redes sociais, nesta segunda-feira (21), para reclamar da postura do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), comandado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso.

A procuradora aposentada do DF informou que, em reunião no TSE, para debater o uso das impressoras acopladas às urnas eletrônicas, ouviu que o voto é secreto até mesmo para o próprio eleitor.

- A coisa mais bizarra que ouvi hoje no TSE foi que o voto é secreto mesmo, até pro eleitor. Entenderam por que você não pode conferir o seu voto e porque te negam a impressão? - espantou-se.

Em outra ocasião, a parlamentar já havia explicado ao ministro Barroso que as urnas terão impressoras que ficarão ao lado delas e confeccionarão em papel o voto do eleitor. O cidadão vai conferir o próprio nome no papel e o nome do candidato escolhido. Em seguida, ele depositará o voto impresso na urna para conferência e auditagem posterior, caso sejam necessárias.

O Governo Federal pretende implantar as urnas eletrônicas auditáveis já nas eleições de 2022. O presidente Jair Bolsonaro não esconde o receio de que o pleito possa sofrer revezes de apuração como houve nos Estados Unidos, em 2020, e, mais recentemente, no Peru, quando o sindicalista Pedro Castillo começou, repentinamente, a crescer na contagem, não parou mais e foi eleito com 50,125% ; uma diferença de pouco mais de 44 mil votos da segunda colocada, a conservadora Keiko Fujimori.

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