Para compensar o caos que causou com o lockdown, Fernández mira até nos "ganhos inesperados" das empresas

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, anunciou, nesta segunda-feira (18), um plano econômico que tenta retomar o poder de compra dos argentinos, muito abalado durante a pandemia da Covid-19.

Entre as várias medidas que o país pretende tomar, o governo socialista diz que vai aumentar os benefícios sociais para aposentados e desempregados, cuja fila aumentou drasticamente depois que a Argentina impôs o mais longo e severo lockdown do mundo; momento em que muitas empresas fecharam.

Para compensar o caos que causou, o Governo de Fernández agora mira até nos "ganhos inesperados" das empresas e avisa:

- Temos de pedir àqueles que tiveram um ganho inesperado que contribuam - alegou, cinicamente, o socialista, enquanto jogava a culpa da recessão da economia no conflito Ucrânia x Rússia.

Empresas que tiverem lucro líquido tributável superior a 1 bilhão de pesos ao ano serão descontadas com uma nova alíquota que o governo ainda vai determinar.

Não deverá ser pequena já que com essa receita é que Alberto Fernández pretende tapar o buraco dos miseráveis que criou. Com a inflação chegando aos 55,1% e a população de baixa renda crescendo, o governo acredita que conseguirá gerar mais emprego colocando as mãos nas reservas do empregador.

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