"Excesso de masculinidade" incomoda críticos do filme "Top Gun"

O novo "Top Gun: Maverick" tem incomodado a crítica do filme não pela atuação dos atores ou pelo roteiro ou até mesmo pela trilha sonora esolhida. O que tem aborrecido os "especialistas" da sétima arte é que o personagem principal do longa é "macho demais".

Assim, sites como o "Omelete" consideraram o filme do astro Tom Cruise "essencialmente voltado para o público dos 40 anos".

- Chega pronto para atender a essa demografia emasculada, que perdeu suas convicções para o discurso identitário no novo milênio - alega o "crítico" Marcelo Hessel.

Guilherme Genestretti, da Folha de S.Paulo, concordou com o colega e foi mais longe: disse que o longa “faz ode à testosterona e ignora qualquer aceno ao feminismo”.

E acrescentou: 

- Temos uma pilota no time, mas, no fundo, quem prevalece mesmo são aqueles rapazes pilotando aviões como se fossem suas extensões fálicas e disputando quem é o melhor. Estão ali os roncos dos motores, os óculos de aviador, as jaquetas verde-musgo e as motocicletas rodando. Sinais óbvios de exaltação à potência masculina - escreveu, indignado, Genestretti.

Alheio aos julgamentos, o galã Tom Cruise minimizou as análises e respondeu que o filme mantém o espírito de 30 anos atrás e que nada mudou.

- É aquele mesmo cara e ponto final - 

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