Argentina entra em colapso e falta até combustível

O diesel utilizado pelos caminhoneiros já não é fácil de encontrar na Argentina.

Os motoristas chegam a fazer filas de até 12 horas para conseguir abastecer os carros.

O pior de tudo é que o matírio acontece há dois meses e sem definição de quando irá terminar.

O desabastecimento foi gerado pela política aloprada do presidente Alberto Fernández de propor o mais longo e severo lockdown do mundo no país; a fim de, supostamente, combater a pandemia da Covid-19. Resultado da medida é que as empresas faliram, a fila de desempregados aumentou drasticamente, principalmente em jovens na idade de laborar. Fora isso, o capital estrangeiro sumiu do país e a inflação disparou.

A Federação Argentina de Entidades Empresariais de Transporte de Carga (Fadeeac) já emitiu nota informando que, 19 dos 24 distritos argentinos não têm mais nenhuma gota do combustível.

- O panorama está cada dia mais complicado. A produção agrícola e industrial, que já sofre com atrasos, será ainda mais afetada se a situação atual não for revertida - avisou o presidente da Fadeeac, Roberto Guarnieri. 
- Não podemos cumprir nossos compromissos em tempo hábil e empregos são perdidos devido à incerteza gerada pela falta de abastecimento normal - acrescentou.

O órgão disse que o próximo item a faltar em breve nas prateleiras é o trigo, tanto para consumo interno quanto para exportação.

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