"O objetivo da prisão de Milton Ribeiro é constranger o governo e igualá-lo ao de Lula", afirma Bolsonaro.

A poucos meses das eleições deste ano, o presidente Jair Bolsonaro (PL) fez uma avaliação surpreendente sobre os motivos que levaram o ex-Ministro da Educação, o pastor evangélico Milton Ribeiro, a ser preso inesperadamente, semana passada.

Entrevistado pelo programa "4 por 4", no YouTube, neste domingo (26), Bolsonaro reafirmou que "não há o mínimo indício" contra Ribeiro e lembrou que foi o próprio pastor quem denunciou a possibilidade de haver corrupção dentro do Ministério que ele comandava.

- No caso do Milton, agora, quem começou a investigação foi a Controladoria-Geral da União (CGU) a pedido do próprio Milton - informou.

- O Milton achou que alguma coisa estava errada com as pessoas ao seu lado, a forma como era assediado, e pediu à CGU para que fizesse ali um "pente fino" em contratos e observasse a ação dessas pessoas na medida do possível e dentro da legalidade. E assim foi feito - explicou.
- Logo depois, a PF pegou esse relatório feito pela CGU e abriu uma investigação. Até que abriu o "Dia D", o dia da prisão do Milton. Deixo claro que o Ministério Público foi contra a prisão, não tinha indícios mínimos de corrupção por parte dele e, no meu entender, ele foi preso injustamente - comentou.
- O objetivo é constranger, humilhar, dizer que o governo é corrupto, que é igual ao do Lula. São narrativas que tentam a todo momento desgastar o governo, nada além disso. O que eu sei até o momento é que nenhum ministro meu errou, até porque nós temos mecanismos de filtros de ministérios que impedem a corrupção. Se acontecer algo de errado, a gente colabora com a investigação. Até o momento, não tem o mínimo indício de alguma coisa contra o ministro Milton - afirmou.

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