Mais de 90% da população chilena acredita que a economia se deteriorou com Boric no comando do país

O governo de esquerda do jovem presidente Gabriel Boric, de 35 anos, caiu no desgosto da população chilena rapidamente.

Isso porque o ex-líder estudantil propôs medidas, no mínimo, "estranhas", em apenas 4 meses de poder. Ele pretende alterar a Constituição do país e desarmou a população e as polícias.

Pesquisa privada do grupo Cadem Plaza Publica apontou que 59% dos chilenos desaprovam Boric; enquanto seu índice de aprovação que, antes, era de 40%, despencou para 34%.

Os números vão ficando piores para o esquerdista conforme o assunto é economia. Nesse quesito, os chilenos parecem amargar o fato de muitos não terem ido votar porque 91% acredtiam que a economia do país estagnou repentinamente com Boric no poder.

A desaprovação a Boric é tanta que os chilenos dizem que ele tem sido um presidente mais rígido do que Augusto Pinochet, quando esteve no comando.

Em setembro, Boric coloca em votação a nova Constituição do Chile. Se for aprovada, os investimentos no país andino podem desabar porque o documento não é tão aberto ao mercado como quando a nação era conduzida por líderes de direita. Será mais um golpe na frágil "democracia" do país.

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