Randolfe Rodrigues tentar abrir, pela segunda vez, pedido de CPI do MEC

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que foi vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, protocolou novo requerimento pedindo a abertura de outro colegiado. Mas, desta vez, para investigar o Ministério da Educação (MEC) e supostas irregularidades.

No centro da nova apuração, está a denúncia do empresário José Edvaldo Brito, que foi a pessoa que denunciou todo o caso ao ex-Ministro da Educação, Milton Guedes, em reunião com Marcelo Ponte, presidente do Fundo Nacional de Desenvolviemtno da Educação (FNDE), Victor Godoi, atual Ministro da pasta e um representante da Controladoria-Geral da União (CGU).

Após o encontro, Milton Ribeiro pediu pessoalmente para a CGU apurar o caso e, embora o empresário tenha afirmado em depoimento, que nem o Ministro nem os funcionários do MEC sabiam do caso de corrupção, a oposição encontrou o momento adequado para acusar o Governo Bolsonaro de corrupção: três meses antes das próximas eleições.

Em coletiva de imprensa, nesta terça-feira (28), parlamentares de esquerda já apareceram com placas escritas:"Bolsonaro Corrupto".

Em abril deste ano, quando o senador do Amapá quis protocolar requerimento sobre a mesma CPI, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), foi categórico e falou que é preciso haver fato determinado para investigar. Ou seja: uma irregularidade realizada ou então tudo acabará como a CPI da Covid-19, que não encontrou crime algum contra nenhum dos "acusados".

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