Após ser denunciado pela Fenaj por divulgar informações sigilosas de atriz, Léo Dias sai do Brasil e avisa: "Não guardo rancor. Eu guardo nomes"

O jornalista Léo Dias, que se especializou em fazer fofocas e trabalha do site Metrópoles, saiu do Brasil depois que a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) o denunciou por ter divulgado informações sigilosas do processo de estupro, gravidez e posterior doação do bebê da atriz Klara Castanho, de 21 anos.

- Eu errei. Eu me desculpei e o ódio que eu recebi... Eu não guardo rancor nenhum, tá? Que fique bem claro! Eu guardo nomes. Só nomes. A partir de amanhã, é uma nova etapa em minha vida - ameaçou o "cancelado" na web.

A polêmica começou quando a ex-atriz global precisou ir às redes sociais se pronunciar sobre o burburinho que envolvia o seu nome a a entrega de um bebê para adoção.

Klara revelou na web que, realmente, tinha acabado de dar à luz e doado o seu bebê porque, segundo ela, foi concebido em um estupro.

A jovem artista disse que tudo estava sendo feito com o apoio do Ministério Público, mas enfermeiras do próprio hospital em que ela gerou a criança ligaram para os colunistas e contaram o ocorrido, logo após o parto.

Encurralada, a moça recebeu a primeira ligação quando ainda estava sob efeito da anestesia e não teve outra alternativa; a não ser ir para as redes sociais divulgar o caso.

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