Após Bolsonaro confessar a embaixadores que teme fraudes no pleito deste ano, oposição aciona STF contra "ataques ao sistema eleitoral"

No Brasil, está proibido criticar o sistema eleitoral que vigora no país. Assim, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, em alguns casos, também trabalham no Supremo Tribunal Federal (STF), decidiram que quem censurar a forma como o pleito é conduzido, esta praticando ato contra a democracia.

Sendo assim, quando o presidente Jair Bolsonaro (PL) convidou dezenas de embaixadores do mundo inteiro para ouvir seus apelos sobre "transparência e confiança" das urnas eletrônicas,foi considerado praticamente como um crime inafiançável. Daqueles que não adianta nem defesa, o "acusado" vai, imediatamente, cumprir a sentença na penitenciária.

Foi extamente o que fez a oposição ao Governo Federal: deputados "invisíveis" na câmara resolveram ganhar uns minutos de fama e ingressaram com notícia-crime no STF, alegando que o presidente cometeu crime contra as "instituições democráticas", sistema eleitoral, de responsabilidade, propaganda eleitoral antecipada e improbidade administrativa.

A ação foi assinada por Alencar Santana (PT-SP), Reginaldo Lopes (PT-MG), Sâmia Bomfim (Psol-SP), Renildo Calheiros (PCdoB-PE), André Figueiredo (PDT-CE), Joênia Wapichana (Rede-RR), Wolney Queiroz (PDT-PE), Bira do Pindaré (PSB-MA), Bacelar (PV-BA) e Afonso Florence (PT-SP).

Com apoio popular massivo nas ruas, a ideia é: se não ganhar Bolsonaro nas urnas, retirá-lo das eleições antes que ele tenha a chance de concorrer.

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