Em "mea culpa", TSE exonera servidor que era responsável por inserções de rádio

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, exonerou o servidor Alexandre Gomes Machado, assessor de gabinete da Secretaria Judiciária da Secretaria-Geral da presidência.

Era Machado quem recebia os spots das rádios contendo o material de propaganda política para cada um dos candidatos a este segundo turno e que os inseria no sistema do TSE; para que as rádios e emissoras de televisão pudessem baixá-lo e retransmiti-lo.

Nesta segunda-feira (24), a campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL), que já vem sofrendo limitações em vários temas e peças publicitárias, realizou auditoria com duas empresas diferentes e constatou que o conservador foi prejudicado. Ele perdeu mais de 154 mil inserções que deveriam ter sido veiculadas e não foram, principalmente, na região Nordeste, cujos dados do TSE, foi a que mais votou em Lula (PT).

Moraes, indicado ao STF na gestão do PT-MDB, à princípio, desqualificou a denúncia. Mas, agora, parece que voltou atrás e reconheceu que estas eleições não têm sido limpas ou transparentes, como Bolsonaro sempre pediu.

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