Maduro tenta repatriar US$1 bi em ouro, mas Reino Unido impede manobra

O governo britânico frustrou uma iniciativa do Banco Central da Venezuela, nesta segunda-feira (19), e não permitiu que a gestão de Nicolás Maduro repatriasse, aproximadamente, 1 bilhão de dólares em outro armazenado em Londres. Reino Unido explicou que apoia o opositor do ditador, Juan Guaidó, como legítimo líder do país caribenho, desempatando o jogo.

A quantia representa quase 15% das reservas venezuelanas de moeda estrangeira e o Banco Central venezuelano alega que a venda do ouro financiaria as ações de combate à pandemia de Covid-19 no país e, supostamente, reergueiria um sistema de saúde fracassado por anos consecutivos de crise econômica.

O Banco da Inglaterra recusou a liberar a quantia e lembrou que às autoridades venezuelanas que o governo britânico uniu-se, em 2019, a dezenas de outros países e manifestou apoio a Guaidó, que afirmava terem sido fraudadas as eleições do anos anterior.

- O governo do Reino Unido, é claro, sobre o reconhecimento de Juan Guaidó pelo governo de Sua Majestade, desde fevereiro de 2019 como o único presidente legítimo da Venezuela - resumiu, em nota, o gabinete de Relações Exteriores britânico.

A disputa segue na Suprema Corte.

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