Bolsonaro sanciona lei que vai proteger mulheres da violência doméstica

O Governo do presidente Jair Bolsonaro se uniu ao Congresso Nacional e ao Poder Judiciário para tentar diminuir um dado alarmante referente ao Brasil: atualmente, o país é o quinto no mundo no trágico ranking onde as mulheres morrem por causa da violência doméstica. A nação brasileira só fica atrás de outras que não respeitam mesmo os acordos internacionais e os direitos humanos.

Por isso, o presidente sancionou uma lei que pretende incentivar órgãos, bancos públicos e a iniciativa privada a ficarem atentos aos sinais de violência encontrados nas colaboradoras. Inclusive, aquele X vermelho na mão, considerado um pedido de socorro, vai facilitar as denúncias e os pedidos de ajuda com discrição. A nova lei ainda garante a criminalização da violência psicológica contra a mulher que, antes, não existia.

Apesar da Lei Maria da Penha ser a terceira melhor do mundo, é preciso que ela seja aprimorada. Em Estados como o Rio de Janeiro e o Distrito Federal, por exemplo, lamentavelmente, o Atendimento 190, ainda é acionado, na maioria das vezes, por mulheres pedindo ajuda.

A ministra da Mulher, Damares Alves, explicou que o Ministério da Justiça já está muito atento ao problema. E que, em março deste ano, foi realizada uma operação policial que prendeu 10,3 mil agressores de mulheres em todo o país.

- Homens e mulheres são diferentes apenas fisicamente. Somos iguais em oportunidade, iguais em direitos, iguais em dignidades. Deus os fez, biologicamente, mais fortes. Isso é inquestionável. E alguns homens acham que a sua força física é para machucar mulheres. Não é. É para proteger - explica.

A violência contra a mulher é considerada um problema endêmico no Brasil. Por isso, a ministra destaca que a mudança tem que começar na conscientização das crianças.

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