Último dia de comício e de anúncio pago na internet; o que ainda vale até domingo
Termina nesta quinta-feira (22), a três dias do segundo turno, o prazo para que candidatos façam comícios e outras atividades de campanha. Também é o último dia para a circulação de propaganda eleitoral paga ou impulsionada na internet. A restrição não impede a publicação de conteúdo orgânico de campanha nas redes sociais, desde que respeitadas as regras eleitorais.
Os comícios podem ir até a meia-noite, com possibilidade de prorrogação por mais duas horas para o evento de encerramento da campanha. A partir de hoje e até 24 horas depois do fim da votação, ficam proibidas a publicação e a republicação de novos conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial ou tecnologia equivalente que usem imagem, voz ou manifestação de candidatos ou de pessoas públicas.
Na sexta-feira (23), termina a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. Também é o último dia para anúncios eleitorais pagos na imprensa escrita e para a reprodução deles na internet. Até sábado (24), véspera da eleição, ainda são permitidas caminhadas, carreatas, passeatas e a distribuição de material gráfico, até as 22h. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também pode divulgar, até sábado, comunicados, boletins e orientações ao eleitor em até dez minutos diários requisitados às emissoras de rádio e TV, e parte desse tempo pode ser cedida aos tribunais regionais eleitorais.
No domingo (25), a votação vai das 8h às 17h, pelo horário de Brasília, para a escolha do presidente da República. Em seis unidades da Federação, Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins, os eleitores também escolhem o governador e votam primeiro nesse cargo, depois em presidente. Outros seis municípios terão eleições suplementares para prefeito; nesses locais, a ordem é presidente e, em seguida, prefeito.
O TSE recomenda consultar com antecedência o local de votação no site do tribunal ou no aplicativo e-Título. O eleitor pode levar uma anotação em papel com os números dos candidatos, a chamada colinha. É proibido entrar com o celular na cabine de votação.