Celina Leão encerra campanha no Eixo Monumental e cita metrô e segurança como prioridades


A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), encerrou no sábado (24) a campanha à reeleição com uma carreata pelo Eixo Monumental, em Brasília. O trajeto começou na Torre de TV e terminou em frente ao Palácio do Buriti, sede do governo do DF.
Ao falar com jornalistas, ela apontou a ampliação do metrô e a segurança pública como duas das prioridades de um novo mandato.
Celina definiu a campanha como "pacífica" e "de propostas". "A gente realmente mostrou o que nós fizemos nesses seis meses. Tivemos o apoio da população", afirmou, ao falar do período à frente do GDF.
Ela assumiu o governo em março, quando Ibaneis Rocha (MDB) deixou o cargo. Antes, foi deputada distrital e federal.
A governadora disse que foi alvo de ataques durante a disputa. "A gente não atacou ninguém, mas fomos muito atacadas, caluniadas", declarou.
Sobre a votação, afirmou estar confiante e disse que as "forças das mulheres vencerão" no DF. "Vai dar certo. A gente está do lado certo da história. A gente tem feito o nosso trabalho e foi uma campanha linda", disse.
Estiveram no ato as senadoras eleitas Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL), a senadora Damares Alves (Republicanos) e deputados distritais e federais. No fim, Celina e Michelle chamaram o público para cantar o Hino Nacional, e o ato terminou com uma oração.
No mesmo sábado, o adversário, Leandro Grass (PT), participou de um ato no Museu Nacional da República, na Esplanada dos Ministérios, em apoio também à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Brasília não é a cidade da direita, é a cidade dos direitos", disse o petista.
No primeiro turno, em 4 de outubro, Celina teve 49,93% dos votos válidos, e Grass, 34,47%.
Os eleitores do DF votam neste domingo (25), das 8h às 17h, para governador e para presidente da República. A apuração começa logo após o fechamento das urnas.
O governador eleito toma posse em 6 de janeiro, um dia depois da posse presidencial, pela nova regra da Emenda Constitucional 111.
