Tarcísio diz que “missão é ajudar o Flávio”; Alckmin compara atos pró-Lula às Diretas Já


Dois dos principais aliados dos candidatos à Presidência votaram em São Paulo neste domingo (25). O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) disse que sua missão é ajudar Flávio Bolsonaro (PL). O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) comparou a mobilização pró-Lula às Diretas Já.
Tarcísio votou por volta das 11h no Colégio Miguel de Cervantes, acompanhado da mulher, Cristiane. Ele foi reeleito no primeiro turno com 62,65% dos votos válidos.
“Flávio vai governar para quem votou nele e para quem não votou nele, vai ser um presidente de pacificação. A nossa missão é ajudar o Flávio a fazer um bom governo”, afirmou o governador, segundo a CNN Brasil.
De acordo com o InfoMoney, Tarcísio disse estar confiante na vitória do candidato do PL e afirmou que Flávio poderá “pacificar o país”.
Alckmin votou no início da tarde no Colégio Santo Américo, na Zona Oeste da capital. Estava com a mulher, Lu Alckmin, os ex-ministros Fernando Haddad, Simone Tebet e Marina Silva e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
“Vamos muito confiantes, animadíssimos com esse segundo turno. Cresceram as redes, cresceram as ruas”, disse o vice. Ele afirmou que nunca havia visto a Avenida Paulista como no ato de sábado (24).
Alckmin também criticou agressões a apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como a vereadora Iara Pimentel (PT), em Montes Claros (MG), e Marcelo Rocha, em Santos (SP). Ele atribuiu os ataques a “nossos adversários”.
Outros aliados também se manifestaram. O coordenador da campanha de Flávio, senador Rogério Marinho (PL-RN), disse nas redes que a eleição é uma “oportunidade de virar a página”.
Já Haddad afirmou que o “clima excelente nas ruas” pode pesar a favor de Lula, segundo o InfoMoney.
