Celina Leão crava o próximo passo do metrô até o Gama


A governadora reeleita do Distrito Federal, Celina Leão (PP), afirmou que o estudo de viabilidade técnica da linha 2 do metrô, que vai até o Gama, está pronto e que o governo quer começar a licitar a obra. A declaração foi dada ao programa CB.Poder, parceria do Correio Braziliense com a TV Brasília, em entrevista publicada na quarta-feira (28).
"O estudo de viabilidade técnica do metrô está pronto. Só esse estudo gasta quase um ano", disse.
Segundo a governadora, dois VLTs também estão com os estudos concluídos: um que liga o Sol Nascente a Taguatinga e outro que sai do aeroporto e vai até o Noroeste, com a requalificação da W3.
"São as obras que queremos começar a licitá-las, obras grandes e estruturantes", afirmou.
Celina reconheceu que talvez não consiga entregar todas as obras em quatro anos. A ideia, segundo ela, é deixar um cronograma pronto, porque o financiamento internacional é contratado para a obra inteira e liberado conforme as etapas avançam.
"Vamos deixar isso montado para o novo projeto que venha daqui a quatro anos dar continuidade, entregar o metrô 100%", disse.
Em declarações publicadas pelo Jornal de Brasília no dia seguinte à eleição, a governadora disse que a viabilidade técnica da linha 2 "foi positiva" e que cerca de 1 milhão de pessoas devem ser atendidas pelo trecho. Segundo o jornal, o estudo prevê trens passando por Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo I, Recanto das Emas, Gama e Santa Maria.
Ao mesmo jornal, ela citou planos de duas novas estações em Ceilândia e duas em Samambaia, além de 15 novos trens que já foram licitados.
Na tarifa zero, a governadora disse que o governo faz uma auditoria para cortar gastos e abrir espaço no orçamento. "Queremos que o primeiro Vai de Graça seja para as pessoas que estão no CadÚnico", afirmou ao CB.Poder.
"Isso é uma necessidade, de ir fazendo por etapas e atender primeiro quem mais precisa", completou.
Antes disso, segundo Celina, o governo precisa aprovar o orçamento na Câmara Legislativa e concluir a transição para o novo mandato, que ela diz não ter sido possível fazer durante a campanha.
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