Investigado por improbidade, processo contra Haddad prescreve no final do ano

O Ministério Público de São Paulo abriu uma investigação contra o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT). Ele e outras e outras seis pessoas são acusados de improbidade administrativa durante o mandato dele.

Foi Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, quem denunciou as irregularidades em delação premiada à “Operação Lava Jato”, da Polícia Federal. De posse das informações, a Justiça Federal apresentou inquérito civil e o repassou ao MP de São Paulo porque os fatos haviam ocorrido naquele Estado.

O promotor de Justiça, Silvio Antonio Marques, encaminhou a ação pedindo urgência no caso; uma vez que o processo prescreve no final deste ano.

Léo Pinheiro disse, em depoimento, que foi procurado pelo ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, após as eleições municipais de 2013. Segundo ele, Vacari Neto, cobrava o pagamento de R$ 5 milhões referentes à quitação de uma dívida de campanha de Haddad. O pedido de quitação tinha o conhecimento de Antônio Donato, ex-secretário de Governo de Haddad, e Chico Macena, tesoureiro do petista. Os dois também são investigados pelo MP.

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