Governo de Celina Leão passa de mil acolhimentos de dependentes químicos

O Acolhe DF, programa do Governo do Distrito Federal comandado pela governadora Celina Leão (PP), contabilizou 1.163 acolhimentos em um ano e três meses, desde a reformulação oficializada em julho de 2025. Desse total, 517 pessoas aceitaram, de forma voluntária, o encaminhamento para comunidades terapêuticas conveniadas, onde recebem acompanhamento contra a dependência química.

O balanço foi divulgado no domingo (1º) pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), que coordena a iniciativa.

O programa atende pessoas com dificuldades ligadas ao uso de álcool e de outras drogas, especialmente as que estão em situação de vulnerabilidade social.

As equipes atuam principalmente no Plano Piloto, mas também em Taguatinga, Ceilândia e no Hotel Social. O trabalho inclui abordagens nas ruas, orientação individual e a apresentação das alternativas disponíveis na rede de atendimento.

Nos últimos 45 dias, o Acolhe DF registrou 110 novos acolhimentos. Foram 57 de pessoas em situação de rua e 53 de moradores que procuraram ajuda por conta própria.

A adesão ao tratamento depende da vontade de cada pessoa. "É preciso ouvir, compreender a realidade de cada pessoa e apresentar as possibilidades de cuidado com clareza e respeito", afirmou o subsecretário de Enfrentamento às Drogas, Diego Moreno.

Para ampliar o alcance, a Subsecretaria de Enfrentamento às Drogas (Subed) instalou tendas itinerantes em quadras das asas Sul e Norte. Nesses pontos, servidores tiram dúvidas e orientam tanto quem quer se tratar quanto familiares em busca de apoio.

O atendimento também pode ser pedido pelo telefone (61) 98314-0639, canal aberto para informações e encaminhamentos.

Segundo o secretário interino de Justiça e Cidadania, Jaime Santana, a iniciativa busca fortalecer a rede de assistência e ampliar as chances de recuperação e reinserção social dos atendidos.

O programa reúne órgãos do GDF e administrações regionais, com foco na continuidade do acompanhamento e no respeito à autonomia de quem é atendido.

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