Trump era alvo de venezuelano preso com fuzil perto da Casa Branca

Agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos prenderam na noite de quinta-feira (5) um imigrante venezuelano em situação irregular perto da Casa Branca, em Washington. Segundo o Departamento de Segurança Interna, que divulgou o caso na sexta (6), ele disse aos policiais ouvir vozes que o mandavam ir à capital para matar o presidente Donald Trump (Partido Republicano).

Os agentes abordaram o homem ao notar movimentação suspeita em um carro parado na Avenida Constitution. O veículo tinha registro de roubo.

Na revista, os policiais encontraram um fuzil do tipo AR-15, duas pistolas e dezenas de munições, de acordo com a emissora Fox News.

Segundo as autoridades americanas, ele entrou ilegalmente no país pelo Texas em março de 2024, foi detido pela Patrulha de Fronteira e acabou solto durante o governo de Joe Biden.

Ele responde por porte de fuzil, transporte ilegal de armas, posse de armas e munições sem registro, porte de pistola sem licença, uso não autorizado de veículo, furto e receptação. O Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE) pediu que ele siga detido enquanto correm os procedimentos migratórios.

"Estamos alarmados com o aumento dos casos de ameaça", disse o diretor do Serviço Secreto, Sean Curran, em nota. Segundo ele, a agência vai investigar e identificar suspeitos com antecedência, antes que cheguem a Washington.

O secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin, elogiou a ação dos agentes.

Em março deste ano e em outubro de 2025, motoristas lançaram veículos contra barreiras de segurança perto da Casa Branca.

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